Ciume este que atrai infelicidade,
Ciume este que me faz desistente,
Que me deixa sem açao, sem sorriso, sem alma,
Tudo há-de passar, mas até lá alma desesperante,
Alma puramente descontente.
Nao consigo controlar esse ciume,
Esta perda de lugar,
Queima como lume,
Este ciume que estou expulsar.
Nao aguento porque nada está apagado,
Ainda te quero muito a meu lado,
Nao de nada vai adiantar,
O ciume estará sempre a me abraçar.
Lado a lado caminhando de mao dada,
Eu suporto o mundo,
Mas nao suporto está contigo de cara virada,
Nem mesmo num segundo.
Tudo perdura em meu olhar,
E os meus olhos sao o espelho da minha alma,
Se olhares vês que nao tem maldade nao tem calma,
Ja começa a desesperar...
Seguir caminhos diferente mas perdurar nos destinos,
Amor, carinho sentimentos repentinos,
Nao vao ser laços
Serao meus colapsos.
Abraço a noite por nao ter mais nada que me contento,
Meu amor em caixa eu tento e ele fica atento,
Isso vai passar,
Eu quero que isso passe mas nao ha nada que me possa agrarrar.
Pois o que sinto nem a distancia desfalece,
Nem o tempo arrefece...
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