segunda-feira, 13 de outubro de 2014

De: Coração Para: Ela. Ela quem? Habitante do meu coração…

Nesta noite quem sou eu?
Não sei, um barco à deriva, talvez uma concha que o mar se esqueceu…
Quem és tu?
Alguém que meu coração escolheu…

Não sei porque receio perder,
O que nunca foi nem será meu,
Uma sombra me desinquieta,
Esta atracão me mói minha alma quieta.

Pergunto-me que forte sentimento que perdura no coração,
Que não me deixa defender e deixa de haver noção,
Se sorrio quando estas a sorrir?
Se alegra-me ver o teu sorriso?
Sim, muito… Não sei como aguento ficar em perfeito juízo.

O tempo joga a favor do tempo e eu a teu favor,
Não há mais tempo sem a dor do amor,
Não há mais amor sem a verdadeira paixão,
Sem o verdadeiro beijo, não há mais explicação.

Como entraste e quando entraste não sei,
Proibida não és, mas difícil poderás ser,
Sou egoísta, por isso peço-te, sorri sempre…
Nos maus, nos péssimos, e nos bons momentos,
São sentimentos, é meu coração que depende disso
Nada desta quadra rima, não sei se disso pois nisso,
Não sei se nos momentos haverá sentimentos,
O meu ser, quer em ti renascer,
E não sei o que amanha serei.

Amanha posso não te falar,
Amanha posso não te querer ouvir,
Não te querer ler,
Não te querer adorar,
Posso nem a mesma coisa sentir,
Mas nunca saberei sem ti viver,
Viverei porque viva estou
Passa tempo nada mudou,
Nada disso acabou,
Neste momento saberás o que realmente poderei ser capaz.

Sou capaz e tudo e nada…
Tudo para te fazer sorrir
Nada que te possa fazer chorar.
É difícil voltar a rimar,
Pois isso não foi escrito por mim,
A força do coração obrigou-me
A construir esta poema,
Nada disso tem esquema…

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